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Adicionar pacotes django no ubuntu

Fala galera,

Ainda estou vivo, embora sumido mas ainda estou vivo. Recentemente troquei de emprego mudei um pouco minha linha de trabalho, não estou trabalhando mais diretamente com desenvolvimento, agora estou trabalhando com uma linha de produtos voltadas para banco de dados. Neste momento não vou citar nomes mas acreditem que são bons otimos produtos.

Vamos ao que interessa esse post vai ser pequeno. Vou repassar um script em shell para instalar todos os pacotes disponiveis para django no sistema operacional ubuntu.

Fiz os testes no Ubuntu Maverick 10.10, pois fiz a instalação do zero na máquina hoje.

Segue o mesmo script em duas versões

#uma linha
aptitude search python-django | awk -F " " '{print $2}' |  while read package; do  sudo aptitude install -y $package ; done
####
## procuro todos os pacotes python-django, filtro com awk pelo nome do pacote
## depois percorro a lista de pacotes fazendo a instalação usando a flag -y ou seja yes "sim" para todas as pergutas
####
aptitude search python-django  |  awk -F " " '{print $2}' |  while read package
 do
       sudo aptitude install -y $package ;
 done

Isso é o suficiente para instalar todos os pacotes python django 😀
Ubuntu é fantástico, fazer as instalações que poderiam levar horas com único script.

Grande abraço e bons estudos a todos.

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Utilizando svn em linha de comando

Estava trabalhando em projeto com o @Joe e como estavamos em lugares diferentes tinhamos que sincronizar nosso trabalho assim sempre que terminassemos um feature simples como uma página, um layout ou qualquer coisa simples mas funcional nós mandamos para o servidor e o outro poderia pegar as atualizações e seguir com seus próprios códigos.

Para que possamos fazer isso é necessário que nossos códigos estejam sob um servidor de arquivos que faz esse controle de versionamento e outras coisas.

Esse servidor é conhecido como subversion ( http://subversion.tigris.org/ ) ele nos dá inúmeras possibilidades como adicionar arquivos, remover arquivos, sincronizar, verificar updates, avançar para novas versões, retroceder para versões anteriores de arquivos e outras coisas mais.  Assim não precisamos ficar fazendo os malditos .old, .old1, .old2, .old3.

Depois dessa micro historinha vamos aos codigos.

Para fazermos o download de um projeto para trabalharmos teremos que ter um usuário e senha cadastrados junto ao servidor isso quem tem de fazer é o administrador do projeto.

Considerando que você tenha um usuário e senha valido no servidor vamos listar as pastas e arquivos do projeto.

# Lista a raiz do projeto
svn list svn://url/servidor
# Lista a pasta path do projeto
svn list svn://url/servidor/path

Seria básicamente um ls no servidor svn.

Agora vamos fazer o download ou melhor o checkout do projeto para nossa máquina para começarmos os trabalhos, afinal tempo é dinheiro.

#fazendo o download da pasta path para uma url local
svn co svn://url/servidor/path /url/onde/ficara/projeto

Caso você não esteja logado vai ser requisitado a senha e o usuário que você esta usando no momento na maquina local vai ser
passado como parametro para o checkout no servidor svn

Caso você tenha outro usuário cadastrado no servidor svn você pode passar esse usário como parâmetro.

svn --username outroUsuario co svn://url/servidor/path /url/onde/ficara/projeto

A cada novo commit (envio de codigos para o servidor svn) será criado um novo número de controle de versão (revision).  Pensando que poderiamos mandar um código incorreto(bugado) para o servidor e um companheiro queira pegar  uma versão anterior ou seja a ultima versão correta do projeto pois você ou alguém mandou um código bugado.
Vamos pedir ao servidor informações sobre o projeto para sabermos o número da última revisão.

#Descobrindo informações sobre o projeto
# o que interessa neste momento e saber qual o numero de revision
svn info svn://url/servidor/path
#Visto o numero da ultima revisão podemos escolher qualquer versão anterior a essa passando o -r no checkout
svn --username outroUsuario -r numerorevisao co svn://url/servidor/path /url/onde/ficara/projeto

Pronto temos os códigos todos em nossa máquina agora mãos a obra vamos trabalhar com codificação.

Quando terminarmos vamos precisar mandar nossa modificações para o servidor, para isso temos um comando bem bacana e simples.

#Voce pode commitar uma pasta inteira ou  um arquivo você escolhe
svn commit -m "Seu comentário ou justificativa para as mudanças do codigo isso vai para o log do commit"  /path/a/ser/commitado /path/arquivo/commitar

Podemos verificar todos os arquivos que estão modificados em seu computador e no servidor.

svn status -u path/a/ser/verificado

Com alguma frequência dois desenvolvedores modificam o mesmo arquivo quando isso acontecer o arquivo vai ser marcado como conflict
Para ver as diferenças é possivel fazer um

 svn diff  arquivoNovo arquivoVelho

Depois de ter corrigidos todos os erros basta marcar esse arquivo como resolvido.

 svn resolv  arquivoNovo

Logo

 svn resolved  arquivoNovo

Para depois fazer seu commit corretamente, agora como você vai resolver os conflitos do arquivo…. isso é com você …

E por ultimo e não menos importante podemos ver o commit das pessoas envolvidas no projeto além de seus comentários e arquivos modificados.

#Pegando a saida do log e redirecionando para o less caso seja muito grande esse log.
svn log | less

E para uma leitura completa do log escolha um revision r visto no log visualizado anteriormente.

svn -r  -v  log

Atenção a dicas básicas, nunca apague fisicamente um arquivo com nosso amigo rm, utilize

svn del /path/arquivo
#ou
svn rm /path/arquivo

#ou para pasta com recursividade
svn rm -r /path/past

E para adicição de arquivos ao projeto.

svn add /path/arquivo

#ou para pasta //Nao testado 🙁 

svn add -r /path/pasta

Acredito que com esses comandos básicos já de para se divertir a vontade com o subversion, aconselho sempre usar um servidor de controle de versão. Existem outros como o CVS, GIT dentre outros mais esses ainda não experimentei , quando o fizer posto aqui alguma coisa.

Abraços

Dinei

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Editando tags id3 com python

Ola a todos,

Hoje vou falar de um problema que muitas pessoas devem ter. Ao baixar uma música qualquer da internet os carinhas colocam o nome do site no Titulo da música, no artista e nos comentários mas como isso se o o arquivo esta com nome correto?
Eles usam as tags ID3, mas então o que é a tag ID3?

“A etiqueta ID3 (em inglês: ID3 Tag) é um conjunto de informações mais usados junto com o formato de áudio MP3. Ela permite armazenar informações como o título, artista, album, número da faixa, ou outra informação sobre o arquivo no próprio aquivo.” Wikipedia [1]

Depois de ler um pouco a respeito resolvi mudar as tags das músicas para que quando as estiver escutando apareçam os dados válidos como nome da música e do Artista que a canta. Eu uso o Rhythmbox[2] e este pode até ser integrado ao seu software para conversa instantanea como AMSN[4], PIDGIN[4] dentre outros. Fazer isso na mão seria muito cansativo e não divertido, solução …. python.

Para este script utilizei uma biblioteca não padrão do python o mutagen[5], este serve para mostrar/editar as tags ID3 das músicas em formato mp3.

De acordo com o exemplo do site bastam 4 linhas para abrir->modificar->salvar o titulo de uma música em formato mp3 em seu HD.

 
 from mutagen.easyid3 import EasyID3
 audio = EasyID3("sua_musica.mp3")
 audio["title"] = "Somente um exemplo no titulo"
 audio.save()

Agora vamos a meu script, não vou comentar pois o código já esta bem comentado.

 
#!/bin/env python 
#!-*- coding: utf-8 -*-
from sys import exit
from os import walk, path
from os.path import isfile, join

"""
@author: Valdinei dos Santos 
@twitter: http://twitter.com/valdineisantos 
@site: http://www.valdineidossantos.com/
@date: 16 Janeiro 2010
"""

try:
    from mutagen.easyid3 import EasyID3
except:
    print "Necessario instalar a biblioteca mutagen"
    print "Site: http://code.google.com/p/mutagen/"
    print "Python Setup Tools: easy_install mutagen"
    exit(1)


#Diretorio que vai ser pesquisado
directory_root = "/home/valdinei/Musica/Downloads/"

def getInformations(track):
        fileAtributes = dict()
        """
        O Padrão das músicas estavam "01 - Artista - Album.mp3"
        Nesta parte de Código vc deve se adequar a sua realidade mas isso é só trabalhar com strings.
        """
        #split por "- " me dará com resultado 3 strings
        trackNumber, artist, title   =  track.split("- ")

        #Que depois de tratadas serao retorandas como valor final
        fileAtributes["trackNumber"] =  trackNumber.strip() 
        fileAtributes["artist"]      =  artist.strip() 

        #Tratando a string como um lista. O .mp3 esta sendo ignorado pois pego tudo -4 casas do final
        fileAtributes["title"]       =  title.strip()[:-4]

        return fileAtributes 

"""
Caso tenhamos mais diretorios internos sera recursivo.
Mais sobre Walk em : http://docs.python.org/library/os.html#os.walk
"""
for (original,  directoryname, filenames) in walk (directory_root):
    filenames.sort()
    
    total = len(filenames)

    cont = 0;

    for filename in filenames:
        """
        Calculando a porcentagem de arquivos feitos
        (parcial * 100)/numero total de músicas
        """
        cont = cont +  1
        percent = round (cont * 100 / total )
        print "%02d%%" % percent

        info = getInformations(filename)
        
        #Verifico se o endereço do arquivo é valido realmente e se ele continua la.
        if isfile( join(original,filename) ):
            """
            Agora vamos começar a modificar as tags ID3 dos arquivos MP3 depois salva-los.
            """
            try:
                mp3 = EasyID3( join(original,filename) )
                mp3["title"] = info["title"] 
                mp3["artist"] = info["artist"]
                mp3["tracknumber"] = info["trackNumber"]

                #Salva as informações no arquivo
                mp3.save()
            except Exception, e:
                print "%s %s" % (e.__doc__, e )

print "Todos os Arquivos foram modificados"

E com isso suas mp3 agora vão ter o formato que você definiu que teriam. Atenção eu em momento algum modifiquei o nome físico do arquivo, somente as meta informações baseadas no nome que era o que eu tinha em mãos.

Não estou em momento nenhum incentivando a NINGUÉM baixar NADA da internet. A idéia original aqui era simplesmente python + programação e algumas boas práticas.

Algumas coisas que derrepente podem ter passados despercebidas foi o uso do os.walk, os.join, os.isfile todos importados no cabeçalho. Mas isso pode ser um outro assunto de post.

Seguem os links de referencia:

[1] Wikipedia : http://pt.wikipedia.org/wiki/ID3

[2] Rhythmbox: http://projects.gnome.org/rhythmbox/

[4] AMSN: http://www.amsn-project.net/ (esse projeto originalmente era feito por um brasileiro)

[5] PIDGIN: http://www.pidgin.im/

[6] Mutagen: http://code.google.com/p/mutagen/

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Themes Gnome com Ubuntu

Recentemente fiz a atualização do meu Ubuntu e resolvi instalar alguns temas bacanas nele.  Lendo um blog show de bola para ubuntu www.ubuntudicas.com.br encontrei um site de temas bacana.

Projeto Bisigi http://www.bisigi-project.org/?page_id=6

E como tinham muitos temas resolvi fazer um script para instalar :D, novidade né ?

Segue o script:

#!/bin/bash

#Verificando se a chave publica do projeto se econtra em sua listas de chaves
sudo apt-key list | grep -qi 'bisigi'

#Caso nao encontre sera adicionada
if [ $? -gt 0 ];  
then 
    echo 'Adicionando chave do ppa launch, isso pode demorar um pouquinho tenha paciencia :D'
    sudo gpg --keyserver hkp://keyserver.ubuntu.com:11371 --recv-key 881574DE && gpg -a --export 881574DE | sudo apt-key add -
fi

#Procurando a palavra bisigi(nome do site) no source list
grep -qi 'bisigi' /etc/apt/sources.list

#Caso nao encontre vai adicionar ao source list para que possa ser feito o download dos arquivos via aptitude depois
if [ $? -gt 0 ];
then
    echo "Adicionando os repositorios ao source list "
    sudo echo "## Thèmes du projet bisigi" >> /etc/apt/sources.list
    sudo echo "deb http://ppa.launchpad.net/bisigi/ppa/ubuntu karmic main" >> /etc/apt/sources.list
    sudo echo "deb-src http://ppa.launchpad.net/bisigi/ppa/ubuntu karmic main" >> /etc/apt/sources.list
fi

echo "Atualizando a lista de software com as novas modificacoes"
sudo apt-get update

clear
echo "Instalando os pacotes"
for themeName in "aquadreams-theme" "ubuntu-sunrise-theme" "bamboo-zen-theme" "step-into-freedom-theme" "tropical-theme" "balanzan-theme" "wild-shine-theme" "infinity-theme"  "showtime-theme" "exotic-theme"
do
    echo "==== Instalando o theme ${themeName} ==========="
    #Obrigado @Henter pela dica, simples é melhor que complexo!
    sudo aptitude install -y $themeName
    sleep 1
    clear
done

echo "Finalizada a instalação, para mudar para um dos themes instalados faça:"
echo "Clique no menu principal -> Sistema -> Preferencias -> Aparencia"
echo "Escolha entre os temas apresentados o que mais agrada e seja feliz"
echo " "
echo " "

echo "Blog: http://www.valdineidossantos.com"
echo "Twitter: http://twitter.com/valdineisantos"

echo " "
echo " "

Copie o código acima e salve com o nome installThemes.sh, ou outro nome qualquer que você quiser.

Para rodar este script basta executar o comando :

   sudo bash /local/onde/salvou/installThemes.sh

Espero que gostem.

Caso tenha algum bug, correção só mandar fiz esse script rápidinho só para passar para os companheiros de trabalho.

Abraços Valdinei.

Referencias:
http://www.ubuntudicas.com.br/?p=2232

http://www.bisigi-project.org

http://www.henter.org/2009/10/04/zen-python

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Find, rsync, svn, scp Ferramentas do desenvolvedor

Acompanho o twitter de varios desenvolvedores e vire e mexe alguém esta com alguma reclamação com seus arquivos versionados tipicamente estes arquivos são os “.svn” .

Os arquivos svn são pastas que contem a assinatura dos arquivos e seus conteúdos, ou seja tudo fica duplicado,  e algumas vezes quando vamos enviar esses arquivos para o servidor de produção não nos atentamos que estamos enviando junto os arquivos svn o que faz a transferencia ficar muito mais lenta pois tem que se enviar muito mais arquivos.

Hoje vejo que isso pode ser contornado de 3 formas diferentes:

Baixando as Atualizações via svn

Nesta modalidade o desenvolvedor envia todos os seus códigos para o servidor de svn “svnserver”,
mas antes verifica se algo entrou em conflito ou se ele próprio precisa fazer alguns updates.

svn status -u /url/pasta/raiz/projeto/

Imaginando que tudo esta correto e que somente ele tem arquivos a serem enviados.

svn commit -m "SEU COMENTÁRIO" /url/do/arquivo/a/ser/commitado/
svn commit -m "SEU COMENTÁRIO" /url/da/pasta//commitada/

Pronto tudo esta pronto e devidamente no seu lugar, agora vamos logar na máquina de produção e fazer o update que foi enviado.

svn update /url/pasta/raiz/projeto/

Neste modo nada se perde no caminho. Fim todo mundo feliz

Mandando pequenas atualizações que ainda não são a versão final do arquivo

Nesta modalidade o desenvolvedor envia todos os seus códigos para o servidor de testes, portanto não importa se vai haver svn ou não. O que importa aqui seria ser um pouco mais rápido.

Ai ele limpa todos os .svn para ficar mais leve o envio.

cp -R /url/pasta/raiz/projeto/ /tmp/projeto
find /tmp/projeto -iname *.svn -exec rm -rf {} \;

Assim foram apagados todos os arquivos .svn da pasta do projeto pois esse foi copiado para o /tmp/projeto
Assim só precisamos enviar os novos arquivos para o servidor TESTE , leia-se TESTE e não “DE TESTE”

scp -r /tmp/projeto/arquivo/ usuario@host:/url/pasta/raiz/projeto/

Os arquivos são enviados e todos quase ficamos felizes, pois essa não é a melhor prática.

Mandando pequenas atualizações que ainda não são a versão final do arquivo por rsync

Esta é a caracteristica do rsync que achei interessante pois não conhecia a syntaxe.
A opção -C do rsync exclui uma penca de arquivos que normalmente eu apagava na mão, e evita que se tenha que copiar para um segundo diretorio todos os arquivos para depois limpa-los.
Sendo assim enviando para o mesmo sever bastaria fazer o seguinte.

rsync -Cavz -e ssh /url/pasta/raiz/projeto/  usuario@host:/url/pasta/raiz/projeto

Todos os arquivos que foram modificados serão enviados e com a vantagem de ser descartados esses tipos de arquivo.

RCS SCCS CVS CVS.adm RCSLOG cvslog.* tags TAGS .make.state .nse_depinfo *~ #* .#* ,* _$* *$  *.old  *.bak  *.BAK  *.orig *.rej .del-* *.a *.olb *.o *.obj *.so *.exe *.Z *.elc *.ln core .svn/

Como tem alguns desenvolvedores que mesmo sob um sistema de controle de versão (svn) continuam usando o “.old” o rsync também os ignora, isso é simplesmente lindo!

Essas são algumas práticas que tenho observado no twitter e também com companheiros de trabalho.

Acho que essas dicas podem ajudar alguém por isso postei esses detalhes.

E existem também muitas outras maneiras de fazer esse deploy. Invente a sua ….

O Zen do Python

A alguns dias descobri uma coisa bem interessante no python.  Ao fazer o import dele mesmo ele mostra alguns principios que foram criados por  Tim Peters.

Seguindo a risca esses principios dificilmente seu projeto vai dar errado 😛

Como os encontro?

Em sua linha de comando (estou assumindo que  você esta em algum Unix e que tenha python instalado) digite:

$ python

Neste momento você estará entrando no shell interativo do python depois é só fazer o import.

 import this

O resultado você visualiza abaixo

Python 2.5.2 (r252:60911, Oct  5 2008, 19:24:49)
[GCC 4.3.2] on linux2
Type "help", "copyright", "credits" or "license" for more information.
>>> import this
The Zen of Python, by Tim Peters

Beautiful is better than ugly.
Explicit is better than implicit.
Simple is better than complex.
Complex is better than complicated.
Flat is better than nested.
Sparse is better than dense.
Readability counts.
Special cases aren't special enough to break the rules.
Although practicality beats purity.
Errors should never pass silently.
Unless explicitly silenced.
In the face of ambiguity, refuse the temptation to guess.
There should be one-- and preferably only one --obvious way to do it.
Although that way may not be obvious at first unless you're Dutch.
Now is better than never.
Although never is often better than *right* now.
If the implementation is hard to explain, it's a bad idea.
If the implementation is easy to explain, it may be a good idea.
Namespaces are one honking great idea -- let's do more of those!

Vou colocar também uma livre tradução que encontrei na internet e que cito o autor abaixo.

Bonito é melhor que feio.
Explícito é melhor que implícito.
Simples é melhor que complexo.
Complexo é melhor que complicado.
Plano é melhor que aninhado.
Esparso é melhor que denso.
Legibilidade conta.
Casos especiais não são especiais o bastante para se quebrar as regras.
Embora a simplicidade supere o purismo.
Erros nunca deveriam passar silenciosamente.
A menos que explicitamente silenciados.
Ao encarar a ambiguidade, recuse a tentação de adivinhar.
Deveria haver uma – e preferencialmente apenas uma – maneira óbvia de se fazer isto.
Embora aquela maneira possa não ser óbvia à primeira vista se você não for holandês.
Agora é melhor que nunca.
Embora nunca, seja muitas vezes melhor que pra já.
Se a implementação é difícil de explicar, é uma má idéia.
Se a implementação é fácil de explicar, pode ser uma boa idéia.
Namespaces são uma idéia estupenda – vamos fazer mais deles!

fonte da tradução

Básicamente são boas maneiras para se trabalhar com python.

Algumas coisas que senti falta e que vou acrescer ao texto

Marretas não são bem vindas, mas são necessárias.
O pior código é aquele que não existe, esse não dá dinheiro

Bem acho que é isso que tinha a dizer hoje.

Fui ….

Fontes:

http://www.python.org/dev/peps/pep-0020/

http://pipeless.blogspot.com/2008/09/o-zen-de-python.html

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Postgresql – Backup de todas as base de dados

postgresql

Motivado por esse post ( http://www.vivaolinux.com.br/dica/PostgreSQL-Fazendo-backup-de-um-servidor-inteiro ) resolvi fazer algumas adaptações para atender as minhas especificações.

Eu preciso ter backup do servidor inteiro mais não necessáriamente preciso retornar todas as bases para o novo servidor novamente, por esse motivo fiz o meu próprio script para resolver esse problema.

Utilizando a linguagem python associada aos aplicativos do postgresql montei esta rotina.

#!/usr/bin/env python
#! -*- coding:utf8 -*-
########################################################
#  Script para fazer o pg_dump de todos os
#   bancos da máquina em que ele for executado
#  Valdinei dos Santos
#  valdineidossantos(at)gmail.com.br
#  27 Julho de 2009
########################################################
#Importando o getstatusoutput responsavel por executar os comandos do sistema operacional
from commands import getstatusoutput
from datetime import datetime
from os import path

#config
psql="/usr/bin/psql"
pg_dump="/usr/bin/pg_dump"
user="pguser-vale"
host="valdineidossantos.com"
repository = "/media/backup/databases/"

#Functions
def getAllDatabases(psql, user, host):
    print "\nRecuperando as bases de dados do servidor %s" % host
    command = "%s -U %s -h %s -l" % (psql, user, host)
    status, output = getstatusoutput ( command )
    if int(status) == 0:
       #return lista de servidores
       return stringToListServers( output )
    else:
        return [[],] 

def stringToListServers( databaseString ):
    print "\nFormatando a string"
    temp_pieces = databaseString.split("\n")
    dataBases = []
    for i in temp_pieces[3:]:
        try:
            pieces = i.split("|")
            owner  = pieces[1].strip()
            dbName = pieces[0].strip()
            encode = pieces[2].strip()
            data   = [dbName, encode, owner]
            if data:
                dataBases.append ( data )
        except Exception, e:
            continue
            #print e.__doc__
    return dataBases

#Init
if __name__ == '__main__':

    allDataBases =  getAllDatabases(psql, user, host)

    day = datetime.now().strftime("%Y%m%d")
    for database, encode, owner in allDataBases:
        #name Example databasename-20092707.dump
        dumpName = "%s-%s.dump" % (database, day)    

        #/dev/null/databasename-20092707.dump
        file = path.join(repository, dumpName)

        command = "%s -U %s -h %s -E %s  -f %s -i -Fc %s " % (pg_dump, user, host, encode, file, database)

        status, output = getstatusoutput( command)

        if int(status) > 0:
            print "Erro no backup da database %s\n %s" % (database, output)

Após esse script finalizado teremos no diretorio que foi setado no config “repository” todos os bancos de dados disponiveis no servidor.
Para voltar novamente com a base dados para o novo servidor rodamos o comando.

pg_restore -d |nome da base dados| -Fc |caminho/nome do arquivo dump|

Temos algumas outras opções em shell script  mas preferi usar  o python  🙂
Python

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tar e rm alguns segredos…

Hoje vamos falar um pouco sobre backup e sobre uma curiosidade do comando rm.
Eu precisa criar um pacote compactado com os arquivos fontes de um aplicativo da empresa onde trabalho. Mas neste pacote não poderiam ir os arquivos de trabalho do sistema como PDF, Imagens, XML e etc.
Para fazer a compactação geramente utilizo o tar pois ele é de simples entendimento e largamente utilizado por pessoas que utilizam UNIX.
A sintaxe básica é:

tar  arquivo_saida arquivo_entrada1 arquivo_entrada_n

Assim como utilizei a flag –exclude no rsync posso utilizar no tar também.
Então para resolver meu problema foi simples digitei.

tar -vczf arquivosFontes.tar.gz /home/valdinei/ --exclude /home/valdinei/userFiles

Onde as opções são definidas da seguinte forma:

-v mostrar as saidas na tela
-c criação de arquivo
-z tipo de compactação
-f arquivo

Resolvido o problema com este comando, mas fazendo os testes para descobrir como o comando funcionava foram sendo criados arquivo lixo em meu ambiente de teste. Este arquivos eram os –exclude, –exclude= e coisas do tipo pois fiz muitas tentativas 🙂

Para apagarmos apagarmos arquivos é so utilizar o comando rm <arquivo>, sendo este um arquivo com um nome normal.
Neste caso meu arquivo não tinha um nome normal.

Digite no seu console

touch --test.

Depois

 rm --test

para ver o que acontece…. nada vai dar um erro.

Tem um explicação logica para isso, quando chamamos um comando é utlizado uma nova shell para executa-la e como o sinal (–) é utlizado para a passagem de paramentros da um erro pois agora este sinal pertence ao nome do arquivo.

Sem se extender mais sobre o assunto vamos a solução:

rm -- --test

Pronto apagamos o arquivo. Porque?
Bem agora definimos que o comando vai ser executado pelo shell que estamos utilizando.

Espero ter ajudado pois isso me salvou hoje criando um arquivo limpo e deixando minha máquina sem arquivos com nomes bizarros.

Abraços
Dinei.

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